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Imperatriz Leopoldinense celebra compromisso de parceria com o famoso Ilê Axé Iyá Nassô Oká, primeiro terreiro do Brasil, para o Carnaval 2025

Foto: Leonardo Queiróz

Em carta, o terreiro, também chamado por Casa Branca do Engenho Velho, na Bahia, declarou que irá colaborar com informações para o próximo desfile da Rainha de Ramos


Após visita da diretoria da Imperatriz Leopoldinense e do carnavalesco Leandro Vieira às principais casas de candomblé da Bahia, o Terreiro Casa Branca do Engenho Velho (Ilê Axé Iyá Nassô Oká), o primeiro do Brasil, confirmou nesta quarta (8) que irá colaborar com as informações ligadas ao enredo “ÓMI TÚTÚ AO OLÚFON- Água fresca para o Senhor de Ifón”.


No mês passado, a presidente Catia Drumond e Leandro estiveram no terreiro para se aprofundar nos conhecimentos e saberes da temática, e foram recebidos pela Ekedi Sinha e por um Mogbá da casa, senhor Antônio Luís.


O carnavalesco, responsável pelo o desenvolvimento do enredo que irá para a Marquês de Sapucaí, festeja a parceria e se sente privilegiado pela possibilidade de consultar o tão respeitado patrimônio religioso e cultural brasileiro, resguardado pela história da Casa Branca, fundada na primeira metade do século XIX, e hoje sob liderança da ialorixá Mãe Neuza de Xangô Aganjù.


O terreiro Casa Branca do Engenho Velho foi tombado pelo IPHAN em 1984, e é o primeiro monumento da cultura negra a ser considerado Patrimônio Histórico do Brasil, além de ser aclamado como a “mãe de todas as casas de santo da Bahia”.

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